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Etapa de Teahupoo recomeça com altas ondas e surfistas sofrem

Publicado  sábado, 27 de agosto de 2011




Finalmente, depois de cinco dias de espera, nesta sexta-feira foi reiniciada em Teahupoo, no Taiti, a quinta etapa do Circuito Mundial de Surfe (WT). A onda mais temida do Tour mostrou toda a sua força, com cerca de dois metros de altura, e muitos surfistas da elite da modalidade passaram sufoco em quedas  perigosas sobre a rasa e afiada bancada de coral.
Entre os brasileiros, o destaque foi Raoni Monteiro, que arrancou uma nota 10 unânime na bateria em que eliminou o compatriota Adriano de Souza, o Mineirinho. Ricardo dos Santos, que saiu da triagem, também se destacou ao barrar o experiente australiano Taj Burrow e vai fazer um duelo de peso na terceira fase contra o decacampeão Kelly Slater, dos Estados Unidos.
O Brasil ainda teve Jadson André classificado para a terceira fase. Mas o potiguar levou um susto na bateria em que eliminou o norte-americano Patrick Gudauskas ao ser lançado violentamente para a bancada.
Felizmente, Jadson nada sofreu de grave e está confirmado para a próxima fase, na qual duelará com o australiano Matt Wilkinson, outro que sofreu uma dura queda, mas avançou na bateria em que ganhou do brasileiro Alejo Muniz, eliminado, assim como Heitor Alves.

Fonte: uol.com.br

Mineirinho tira 9,67 e 9,27, mas cai diante de Taj; Alejo é o único brasuca

Publicado  terça-feira, 8 de março de 2011



No início da manhã, Adriano de Souza lamentava pela prancha quebrada e a queda para a repescagem. Depois de um longo dia de espera, voltou a Snapper Rocks inspirado. Tirou um 9,27, beirou a perfeição com a maior nota do campeonato - 9,67 -, mas saiu da água com outra derrota. Taj Burrow, atual campeão da etapa de abertura do Circuito Mundial, conseguiu o que parecia impossível. O australiano, que já tinha 9,63, virou o duelo com 9,43 quando precisava de 9,32. Com a eliminação de Mineirinho, o único brasileiro é Alejo Muniz, classificado às quartas de final por antecipação ao derrotar justamente Taj, além de Joel Parkinson, na fase anterior. A chamada será nesta segunda, às 18h (de Brasília).

Pouco antes, o maior surfista de todos os tempos deu fim a dois anos de frustrações na Gold Coast. O americano Kelly Slater conseguiu escapar da repescagem ao vencer o aussie Adrian Buchan. Logo depois, o português Tiago Pires – com visual novo, careca como Slater – se garantiu nas quartas ao eliminar o taitiano Michel Bourez. Na última bateria, o sul-africano Jordy Smith bateu o local Joel Parkinson. Ele, assim como Mineiro, tirou 9,67, mas foi eliminado. No feminino, a havaiana Carissa Moore garantiu o título ao vencer uma final adolescente.
Na terceira bateria da repescagem, a torcida era toda para Taj. Mineirinho não parecia dar bola. Abriu o duelo com uma bela onda, finalizou-a com um floater e foi recompensado com 9,27. O aussie não demorou a dar o troco. Explorou como pôde uma direita e ganhou 8,17. Na segunda onda, não perdoou: 9,63.
O brasileiro buscava 8,54. Deixou passar uma onda, e Taj, em situação confortável, acelerou, mas acabou caindo da prancha. Mineirinho foi na que veio atrás, pegou um longo tubo e comemorou ao sair da parede. A direita continuava se abrindo, e ele seguiu aplicando batidas e cutbacks. Comemorou muito. Os juízes não economizaram: 9,67. O australiano agora teria que tirar 9,32.
O que parecia impossível se concretizou. Os gritos da torcida anunciavam o que os juízes tinham acabado de revelar: Taj ganhou 9,43. Faltavam oito minutos. A situação mudava novamente - Adriano corria atrás de 9,39. Tentou um alto aéreo, mas caiu no pouso. Não teve forças para inverter o resultado.

Slater afasta fantasma
 
Logo depois do título de Carissa, Kelly Slater abriu a repescagem. E ele estava com Snapper Rocks engasgado. Depois da vitória em 2008, só acumulou campanhas ruins na Gold Coast. Em 2009, foi derrotado na terceira fase pelo aussie Julian Wilson, então convidado. No ano passado, terminou em nono ao perder nas oitavas para o sul-africano Jordy Smith.
Nesta segunda-feira, Slater tentou começar o show antes mesmo do início da bateria. Deu um aéreo. Era só o aquecimento. Mas quando o cronômetro começou a andar, quem largou na frente foi Buchan - apenas 2,17. Kelly remou para a de trás e ficou mais tempo na onda. Deu algumas rasgadas, cutbacks, uma mistura de manobras e tentou finalizar com um 360. Não conseguiu. Levou 7,50.
Com prioridade, Ace achou um tubo, completou com cutbaks e rasgadas. Só largou a onda quase na areia: levou 7,33. Slater tentou dar o troco, mas foi direto para a espuma (3,50). O aussie pegou um outra onda, fraca, mas conseguiu trocar a menor nota por 4,17. Sua liderança era apertada - o americano só precisava de 4,00 para virar. Mas o decacampeão do mundo desperdiçou a prioridade que tinha em uma onda pequena, com dois pequenos tubos e uma queda: nota 5,00.
A virada de Slater durou pouco. Ace foi na onda que vinha atrás. Ganhou 8,27 e deixou o carequinha precisando de 8,11. Ele se precipitou em outra onda e novamente caiu da prancha.
A dez minutos do fim, foi a vez de Ace desperdiçar a prioridade. Somou 5,43, nota que não servia para seu somatório (valem apenas as duas melhores).
Quatro minutos depois, Slater foi atrás da nota de que precisava. Destruiu uma onda - batidas fortes no lip da ondas e cutbacks - e, com pressa, levantou a mão direita, pedindo ao jet ski para levá-lo de volta ao outside. Virou, por pouco: 8,30. Ace teria 2m47s para achar uma onda que lhe rendesse 7,54.
Uma onda salvadora se formou, mas o australiano teve dificuldade de aproveitá-la. Tentou um aéreo no fim, mas não convenceu os juízes: 6,60.

Fonte : globo.com

Silvana Lima avança na Gold Cost

Publicado  sábado, 5 de março de 2011

A brasileira Silvana Lima segue firme na disputa do título da primeira etapa do Circuito Mundial, na Gold Coast, na Austrália. Na madrugada desta sexta-feira, ela garantiu classificação para as quartas de final da competição. Já Jacqueline Silva ainda precisa vencer sua bateria na repescagem para se juntar à compatriota na próxima fase.
No terceiro round, Silvana venceu a bateria tripla com a peruana campeã mundial Sofia Mulanovich e a francesa Pauline Ado, que deu trabalho para a brasileira. Com as notas 7,77 e 7,50, a cearense somou 15.27 pontos, enquanto Sofia e Pauline fizeram 10.43 e 14.27.
A história de Jacqueline Silva no terceiro round foi bem diferente de sua compatriota. A brasileira levou apenas um 1,13 e um 2, somando 3.13 pontos, na bateria com a australiana Chelsea Hedges (12.67) e a havaiana Carissa Moore (8.66). Na repescagem, a catarinense vai enfrentar a havaiana Coco Ho.
 
Uma das favoritas ao título, a tetracampeã mundial Stephanie Gilmore também segue na disputa. No terceiro round, a australiana somou 10.67 pontos (notas 5.57 e 5.10) contra 9.83 e 8.84 de suas compatriotas Laura Enever e Tyler Wright, respectivamente. 
- Foi uma bateria dura. Não existe nada mais fácil agora, principalmente com elas (Enever e Wright) e sem o jet ski. É, realmente, um teste de adaptação para todas as meninas. Isso aumentou a minha detreminação para vencer Sarah Mason e eu, definitivamente, não esperava surfar contra Tyler e Laura no terceiro round. Foi duro - disse Stephanie. 

Fonte : globo.com

Slater bate com a cabeça na prancha e sai da água sangrando na Austrália

Publicado  quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

A menos de uma semana para o início das competições na Gold Coast, onde será realizada a primeira etapa do Circuito Mundial, Kelly Slater se machucou. O surfista decacampeão mundial já estava participando de uma sessão livre no local da competição quando bateu com a cabeça em sua prancha e sofreu um corte, na última quarta-feira.


Com um corte de cinco centímetros, a estrela americana saiu da água com a cabeça sangrando. Embora tenha recebido atendimento médico, Slater não precisou levar pontos no local.
A janela de espera na Gold Coast começa no sábado e vai até o dia 9 de março. O Brasil será representado por Adriano de Souza (Mineirinho), Jadson André, Raoni Monteiro, Heitor Alves e Alejo Muniz. Silvana Lima e Jacqueline Silva competem no feminino.

Fonte : globo.com

'Pequeno Príncipe' de Pipeline busca nas lutas o sangue frio para competir

Publicado  domingo, 26 de dezembro de 2010



Foi preciso ter paciência e sangue frio para virar, nos últimos minutos, as duas baterias antes da consagração no campeonato de maior prestígio do surfe. Em uma delas, nas semifinais, contra o maior surfista de todos os tempos, o americano Kelly Slater. O segredo, revelou, no alto do pódio, estava nas palavras de seu treinador, o brasileiro Yannick Beven: “não desistir nunca”. Uma lição que vem não do mar, mas dos tatames. Desde os 13 anos, o francês Jeremy Flores, agora, aos 22, o "Pequeno Príncipe" de Pipeline Masters, é lutador de artes marciais.
Na época em que se conheceram, Jeremy, o Mimi, era um menino franzino que despontava no surfe. De lá para cá, ganhou massa muscular e, principalmente, concentração.

Professor de educação física e praticante de capoeira, yoga e jiu-jítsu, Nick adaptou as artes marciais para o surfe. O também francês Michael Picon e o próprio Slater, decacampeão mundial, são alguns de seus alunos.

Em 2008, em Imbituba (SC), o francês chegou a uma final pela primeira vez. Perdeu para o australiano Bede Durbidge, mas entrou para a história do surfe em seu país. Na ocasião, contou que, antes de conhecer a luta, não tinha muita gana para competir.

- Disputava as baterias só para surfar mesmo. Agora tenho mais motivação, pois o jiu-jítsu mostra que é possível virar uma luta perdida a qualquer momento. Isso é muito importante no surfe, quando estamos em desvantagem e precisamos ter paciência para esperar uma onda - disse ao GLOBOESPORTE.COM.


Argentino de sangue e brasileiro de coração vira o novo menino de ouro

Publicado  segunda-feira, 13 de dezembro de 2010



Quando Conca foi eleito o melhor jogador do Brasileirão, outro argentino – de sangue, como faz questão de dizer –, alheio ao futebol, mal conseguia relaxar. Após dias de ansiedade no Havaí, torcendo pelo tropeço de alguns adversários, Alejo Muniz confirmou sua vaga na elite do surfe. A comemoração vai começar em Mar del Plata, onde mora boa parte de seus parentes, e só vai parar na catarinense Bombinhas, cenário do primeiro capítulo da história da família Muniz no Brasil. Um merecido descanso para o novo menino de ouro do Circuito Mundial. Naturalizado brasileiro em 2005 por uma motivação profissional, o surfista de 20 anos será um dos cinco representantes do país na temporada 2011.
- Sempre digo: sou argentino de sangue e brasileiro de coração - conta, rindo.
O pai de Alejo, argentino, foi trabalhar em Santa Catarina, onde hoje tem uma escolinha de surfe. Grávida, a mãe, também argentina, ficou em Mar del Plata porque Bombinhas só tinha parteiras. O hospital mais próximo ficava em Balneário Camboriú - a 30km - e, segundo a família, naquela época muitos bebês estavam morrendo na região. Alejo nasceu do lado de lá, logo veio para o Brasil, mas manteve-se argentino.
Aos 15 anos, o surfista começou a ver que tornar-se brasileiro poderia ser o melhor caminho a seguir. Tinha se classificado para o ISA Games - principal competição por equipes -, mas não pôde competir pela equipe verde-amarela. Decidiu então trocar de nacionalidade.
- O problema é que era preciso morar dez anos no Brasil, e a carteira de identidade só sairia cinco anos depois. Fui com meu pai para Brasília. Demos sorte e conseguimos em tempo recorde. Em três dias eu estava com identidade, CPF e passaporte nas mãos. Até publicaram uma foto minha no site do governo. Isaura. Nunca vou esquecer o nome da funcionária que nos ajudou - lembra-se.
A mesma sorte não teve um de seus três irmãos. Santiago, de 18 anos, há três temporadas tenta virar brasileiro. Ainda mora em Bombinhas, com os pais, mas em 2011 vai se mudar para o Guarujá (SP), onde Alejo mora, sozinho.
Santiago, aliás, foi peça-chave na conquista do irmão mais velho. Acompanhou a saga durante as duas primeiras etapas da Tríplice Coroa Havaiana. Em Sunset, Alejo chegou às quartas de final e ficou muito perto da vaga. Depois, foi necessário esperar a eliminação de alguns surfistas tops no Pipeline Masters. Em 2011, apenas os 32 primeiros do ranking unificado disputarão o Mundial - antes eram 45. Além de Alejo, o Brasil terá Adriano de Souza, o Mineirinho, Jadson André, Heitor Alves e Raoni Monteiro.
- Meu técnico, Paulo Kid, e meu irmão foram fundamentais. Se o Santiago não estivesse lá na praia, me dando força, não sei se iria conseguir.
Nos dias de espera e tensão, Alejo ligava todos os dias para casa, mas pedia para o pai não tocar no assunto. Preferia conversar sobre amenidades. Queria saber, por exemplo, como o caçula, Danilo, de 7 anos, estava na escola.

A notícia da classificação chegou apenas quando estava a caminho do Brasil, na conexão entre Los Angeles e Miami. Ele retornava com um troféu na bagagem: o de melhor estreante na Tríplice Coroa de 2009.
- Saí do avião e fiquei esperando meu técnico, que vinha atrás. Ele estava demorando muito. Quando me viu, abriu os braços e disse: "Você está dentro". Acho que ele ficou tão surpreso que não soube como me dar a notícia.
Alejo Muniz ainda não teve tempo para planejar a temporada de 2011. A maior das estratégias, porém, foi traçada antes mesmo do embarque para o Havaí. Trocou a empresa de surf wear que o patrocinava - a mesma de Kelly Slater - e aceitou a proposta para ser garoto-propaganda de uma gigante no mundo de materiais esportivos que, pela primeira vez, investe em surfistas brasileiros.
- Uma das coisas que eu queria era ter mais espaço na equipe. A outra tinha o Slater, o Dane Reynolds... - disse.
Apesar de terem feito parte da mesma equipe, Alejo e Kelly Slater só se encontraram uma vez, em um jantar da empresa. Na primeira e única oportunidade de disputar uma etapa do Mundial - em Imbituba-2008, como convidado -, não teve chance de enfrentar o americano. Agora, torce para que o decacampeão mundial, de 38 anos, espere pelo menos mais alguns campeonatos antes de se aposentar.
- Quero competir contra ele em pelo menos um campeonato. Se ele me destruir na bateria, não tem problema - brinca.

Fonte : globo.com

Slater leva a melhor em duelo com Jordy Smith e vence etapa de Peniche

Publicado  domingo, 24 de outubro de 2010



No duelo entre os dois líderes do Circuito Mundial de surfe, a experiência de Kelly Slater fez a diferença na final da etapa de Peniche, em Portugal. O eneacampeão mundial derrotou o sul-africano Jordy Smith, vice-líder do campeonato, e faturou seu terceiro título em 2010 - antes, venceu em Bells Beach e Trestles. Com o 44º triunfo de sua carreira, a lenda do surfe abre vantagem na liderança e se aproxima do décimo título mundial. Veja as fotos das finais.
- Se isso acontecer, será uma grande conquista para mim. A vitória de hoje me coloca um degrau mais próximo e vamos ver o que acontece em Porto Rico - disse Slater.
Com ondas de um metro, o duelo entre os dois principais nomes do surfe mundial na temporada foi equilibrado. As melhores notas de Slater e Smith foram parecidas (7 e 7,10). A segunda nota, porém, fez a diferença na combinação. Enquanto o americano de 38 anos conseguiu um 6,33, o jovem sul-africano de 22 anos garantiu apenas um 4,33. No total, o eneacampeão somou 13.33 pontos, contra 11.43 do rival.
- Foi, na verdade, uma final meio lenta com nenhum de nós pegando nenhuma onda que desse sequência. Eu estava tentando me manter ocupado, mas nenhum de nós conseguiu pegar uma "onda consistente". Na verdade, eu quase terminei alcançando meu máximo de ondas lá, então tive que diminuir e tentar esperar por ondas que interessavam. Jordy (Smith) tem todo talento do mundo e ele é capaz de pontuar a qualquer momento.

Nas semifinais, Slater superou o australiano Chris Davidson por 16.03 a 12.20 pontos. Na outra bateria, Jordy Smith bateu o francês Jeremy Flores por 14.00 a 10.57 pontos.
Último brasileiro na disputa, Jadson André caiu na repescagem das quartas de final, na manhã desta quinta-feira. Com a soma de apenas 8.16 pontos, ele foi superado pelo americano Patrick Gudauskas, que garantiu 15 pontos. O potiguar terminou a etapa em nono lugar.

Fonte : globo.com



Jadson André cai na repescagem e se despede do Mundial em Hossegor

Publicado  sexta-feira, 1 de outubro de 2010


Jadson André não conseguiu passar pela quinta fase - segunda repescagem - e está eliminado da etapa de Hossegor do Mundial de Surfe. O brasileiro conseguiu um lindo tubo no meio da bateria, mas não encontrou uma boa segunda onda e somou 10,86, contra 15,23 do australiano Kieren Perrow, que avançou para as quartas de final.
O resultado de Jadson foi o melhor do Brasil na etapa. Adriano de Souza, o Mineirinho, sofreu duas derrotas e não passou da segunda fase. Confira abaixo as baterias das quartas de final.
Brett Simpson (EUA) x Daniel Ross (AUS)
Kelly Slater (EUA) x Michel Bourez (TTI)
Adrian Buchan (AUS) x Kieren Perrow (AUS)
Mick Fanning (AUS) x Jordy Smith (AFS)

Fonte : globo.com

Brasileiro Heitor Alves ergue o troféu do WQS seis estrelas de San Miguel

Publicado  sábado, 11 de setembro de 2010





O cearense Heitor Alves levou o Brasil ao topo no WQS seis estrelas de San Miguel, no País Basco, Espanha. Neste domingo, apresentando um surfe de alto nível, venceu o francês Tim Boal (15,26 contra 14,70) e ficou com o título da etapa. Na semifinal, ele já havia superado o compatriota Gabriel Medina, que tinha as duas maiores somatórias do campeonato: 18,16 e 17,96.
Com manobras inovadoras, Heitor assumiu a liderança na bateria decisiva. Faltando pouco tempo soar a sirene, Boal teve a oportunidade de virar. Sua nota, no entanto, não foi suficiente. Ao sair da água, o brasileiro disse não acreditar que o título era seu.
- Não posso acreditar que ganhei a competição. Estou muito feliz. Procurei conquistar o melhor resultado, mas não esperava que o título fosse meu - contou o cearense.
A disputa da semifinal serviu de incentivo para o brasileiro. Contra o compatriota Gabriel Medina, Heitor estava perdendo e restavam menos de 60s para o fim da bateria. Precisava de uma nota 9,07 e não tinha a prioridade. Mas arriscou uma onda em difíceis condições e arrancou um 9,43 dos juízes.
- A bateria contra o Gabriel foi uma outra final.


Fonte : globo.com

Tricampeão mundial de windsurf, Kauli Seadi vence em Ibiraquera

Publicado  quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Tricampeão mundial de windsurfe, o catarinense Kauli Seadi conquistou, em casa, pela sexta vez, o Ibiraquera Wave Contest. O também catarinense Konan Lang ficou em segundo. O campeonato tem disputas de windsurfe, kitesurfe e stand up paddle.


Neco faz interferência em Teahupoo e se despede do Circuito Mundial

Publicado  terça-feira, 31 de agosto de 2010


As ondas de Teahupoo voltaram a ser traiçoeiras com Neco Padaratz. O brasileiro, que em 2000 quase morreu afogado na praia dos crânios quebrados, viu ali seu sonho de seguir no Circuito Mundial chegar ao fim. Pelo menos temporariamente. Nesta terça-feira, ele pegou um belo tubo, mas cometeu uma interferência no americano CJ Hobgood, foi eliminado na repescagem e, com isso, sairá da elite mundial depois do corte após a etapa. Dos 45 surfistas, apenas 32 vão continuar. É a primeira vez que essa regra será usada.
Neco chegou a Teahupoo na 33ª colocação do ranking e precisava ao menos passar à terceira fase para continuar na briga. Como o grupo ira mudando ao longo do ano, o brasileiro terá outras chances de retornar, através da divisão de acesso, o WQS.
- Você fica mais maduro e sabe que a vida é o que te faz feliz. Estava tudo tão lindo, eu estava me sentindo tão bem lá dentro. Queria manter essa boa memória - disse, após a derrota.
Neco abriu a bateria com uma nota fraca, 3,93. CJ escolheu melhor a sua primeira onda e ganhou 6,67 por ela. O catarinense deu o troco com um 6,17, mas viu o americano passar à frente de novo com um 6,20 e foi então em busca de uma nota 6,70.
A oito minutos do fim, Neco pegou onda que, até o momento, era a melhor da bateria, mas cometeu uma interferência. Com isso, perdeu os 8,16 pontos que tinha recebido. A situação piorou quando, logo depois, CJ achou uma bela direita e arrancou 8,83, deixando Neco em combinação
Precisava de uma soma de 15,51 e lutou até o fim. Tirou uma nota 7,00, porém insuficiente para garantir a virada.
- Isso não é o fim para mim. Daqui a pouco posso voltar - disse.
Com a derrota de Neco, o Brasil segue com dois surfistas em Teahupoo: o paulista Adriano de Souza, o Mineirinho, e o catarinense Marco Polo. O potiguar Jadson André foi eliminado na repescagem.

Fonte : globo.com

Machucado, Parko sai da corrida pelo título e só competirá na Tríplice Coroa

Publicado  domingo, 15 de agosto de 2010





Um mês depois de ter sofrido um corte profundo no pé direito, Joel Parkinson teve que dar adeus ao sonho de conquistar o título mundial. O australiano, agora décimo do ranking, só voltará a competir no fim de novembro, na Tríplice Coroa Havaiana.
Parko caiu de uma onda quando surfava em Snapper Rocks, pico na região de Coolangatta, onde mora. Abriu mão da etapa de Jeffreys Bays, na África do Sul, onde era o atual campeão. Até então, ele vinha de duas quintas colocações - Gold Coast e Bells Beach - e um nono lugar, em Imbituba.
De acordo com os médicos, o australino só poderá voltar a surfar em meados de outubro. Ainda assim, corre o risco de sentir dores, já que o corte atravessou tendões.
- O médico disse que eu não vou poder surfar até o dia 9 de outubro e, quando eu colocar o pé no chão, vou me sentir como se estivesse pisando sobre agulhas, por isso não irei surfar bem. Ele garantiu, porém, que voltarei a surfar sem dor - disse à "Surfing Magazine".
A Tríplice Coroa Havaiana é composta por duas etapas do WQS e a última do Circuito Mundial, o Pipeline Masters. Parko perderá as disputas do Taiti, Trestles, dos Estados Unidos, da França, de Portugal e de Porto Rico.


Fonte : globo.com