O último treino oficial da Seleção Brasileira antes da estreia na Copa do Mundo diante da Coreia do Norte, às 15h30, no estádio Ellis Park, em Johannesburgo, ocorre nesta segunda-feira. Além de definir os detalhes finais para o confronto e fazer o reconhecimento do gramado, o técnico Dunga espera acabar com uma incômoda escrita: os cortes por lesões.
A história da Seleção Brasileira, desde a Copa do Mundo de 1970 até a última, em 2006, na Alemanha, está marcada por baixas no elenco antes da primeira partida. A única exceção ocorreu em 1990, na Itália. O volante Edmílson foi o último cortado. Ainda em Weggis, na Suiça, concentração brasileira na ocasião, o jogador sofreu uma lesão no menisco lateral do joelho direito. O volante Mineiro, do São Paulo, foi convocado para o seu lugar.
Em caso de corte, a Fifa estabelece o prazo limite de 24 horas para a inscrição de um novo jogador. A lista de suplentes imediatos entregues pela comissão técnica após a convocação oficial conta com sete nomes: Alex (Chelsea-ING), Marcelo (Real Madrid-ESP), Sandro (Internacional-RS), Paulo Henrique Ganso (Santos), Carlos Eduardo (Hoffenheim-ALE), Ronaldinho Gaúcho (Milan-ITA) e Diego Tardelli (Atlético-MG). No entanto, o escolhido para substituir um machucado não precisa estar nesta relação.
Entre os 16 cortes nas últimas dez edições da Copa do Mundo, o caso mais inusitado é o do zagueiro Mozer, ex-Flamengo e Benfica (POR). O defensor foi convocado para três Copas, mas participou de apenas uma, em 1990. Em 1986, acabou sendo cortado e deu lugar a Mauro Galvão. Se não bastasse o azar, o jogador se lesionou novamente semanas antes do início da Copa de 1994, nos Estados Undios, e abriu a vaga para Márcio Santos
Em 1998, uma onda de lesões tomou conta da Seleção dirigida por Zagallo. Entre as vítimas, o zagueiro Márcio Santos, o volante Flávio Conceição e o atacante Romário. André Cruz, Zé Carlos e Émerson, respectivamente, foram os substitutos.
Se alguns lamentaram as lesões, teve quem sorriu dobrado. O atacante Roberto Dinamite foi convocado para duas Copas do Mundo envolto ao sofrimento dos primeiros convocados. Em 1978, ele substituiu Nunes, do Santa Cruz. Na Copa seguinte, Dinamite voltou a ser chamado em cima da hora. Careca, que seria o titular, foi cortado nas vésperas da competição em razão de um estiramento.
Mas as lesões nem sempre foram os únicos motivos dos cortes. Em 1986, o lateral-direito Leandro não apareceu no embarque para o México, abandonando a Seleção em solidariedade ao amigo Renato Gaúcho, cortado dias antes por desentendimento com o técnico Telê Santana. Para o seu lugar, o quase desconhecido Josimar foi chamado para ser reserva de Édson, reserva de Leandro. Com a lesão de Édson no segundo jogo, Josimar entrou e foi um dos grandes destaques da equipe.
Em meio a tantos casos e lágrimas de quem por pouco não participou de uma Copa do Mundo, será que os comandados de Dunga vão passar imunes a maldição? Somente acompanhando o treinamento no estádio Ellis Park, às 19h (14h, no horário de Brasília), para descobrir.
Confira a lista dos 16 cortados:
Copa do Mundo
Cortado
Motivo
Substituto, respectivamente
1970
Rogério (ponta, Botafogo)
Lesão (sem registros)
Leão (goleiro, Palmeiras)
1974
Wendell (goleiro, Botafogo)
Lesão (sem registros)
Waldir Peres (goleiro, São Paulo)
1974
Clodoaldo (volante, Santos)
Estiramento muscular
Mirandinha (atacante, São Paulo)
1978
Zé Maria (lateral, Corinthians)
Contusão (sem registros)
Nelinho (lateral, Cruzeiro)
1978
Nunes (atacante, Santa Cruz)
Lesão no tornozelo direito
Roberto Dinamite (atacante, Vasco)
1982
Careca (atacante, Guarani)
Estiramento muscular
Roberto Dinamite (atacante, Vasco)
1986
Mozer (zagueiro, Flamengo)
Lesão no joelho
Mauro Galvão (zagueiro, Inter-RS)
1986
Cerezo (volante, Roma-ITA)
Distensão muscular na coxa
Valdo (meia, Grêmio)
1986
Leandro (lateral,Flamengo)
Não compareceu no embarque
Josimar (lateral, Botafogo)
1994
Mozer (zagueiro, Benfica-POR)
Lesão muscular
Márcio Santos (zagueiro, Bordeaux-FRA)
1994
Ricardo Gomes (zagueiro, PSG-FRA)
Lesão no adutor da perna direita
Ronaldão (zagueiro, Shimizu-JAP)
1998
Flávio Conceição (volante, La Coruña)
Torção no tornozelo
Zé Carlos (lateral, São Paulo)
1998
Márcio Santos (zagueiro, São Paulo)
Estiramento no músculo reto anterior da coxa
André Cruz (zagueiro, Milan-ITA)
1998
Romário (atacante, Flamengo)
Lesão na coxa direita
Emerson (volante, Bayer Leverkusen-ALE)
2002
Emerson (volante, Roma-ITA)
Lesionou o ombro no rachão antes da estreia
Ricardinho (meia, Corinthians)
2006
Edmílson (volante, Barcelona-ESP)
Lesão no menisco do joelho direito
Mineiro (volante, São Paulo)
Fonte: Lancenet
Seleção Brasileira: Último treino para acabar com maldição
Publicado segunda-feira, 14 de junho de 2010
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Em jogo decepcionante, Japão vence Camarões em Bloemfontein
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Quem pagou o ingresso para assistir a Japão x Camarões deveria pedir o dinheiro de volta. As seleções fizeram uma partida muito fraca tecnicamente, em Bloemfontein, na tarde desta segunda-feira. Algo já visto nesta Copa do Mundo. Melhor para os orientais, que conseguiram um gol no fim do primeiro tempo, de Honda, e venceram os africanos por 1 a 0.
Confronto começa truncado
Os Samurais Azuis, dispostos no 4-1-4-1, tinham como objetivo pressionar a saída de bola da equipe africana, que, estranhamente, não contava com Eto'o na posição de centro-avante. O jogador, como aconteceu durante boa parte da temporada pela Internazionale, atuou pela meia-direita, longe da grande área, onde é um leão indomável.
Coube a Webo ser a referência do ataque camaronês na primeira etapa. A seleção africana começou a partida insistindo nas jogadas pelo meio-campo e na busca pela tabela com o seu atacante. Porém, ele não teve muitas chances contra a marcação dupla de Nakazawa e Tanaka.
GALERIA: Confira as imagens da partida disputada no Free State
Já a representação da Terra do Sol Nascente, em uma dia sem muita inspiração de Honda e Hasebe, procurava atacar pelo lado direito, com Matsui. Aliás, foi em um cruzamento torto dele, aos 16 minutos, que o Japão ameaçou o gol de Hamidou. Fora isso, muita marcação e pouca criatividade.
A seleção de Camarões, sem espaço para jogar, melhorou somente a partir dos 32 minutos, com a maior participação de Eto'o. Aos 37, veio o primeio chute do time africano, com Enoh. Mas ficou nisso.
O Japão, de tanto insistir nos cruzamentos pela direita, foi recompensado. No minuto seguinte, Matsui lançou por aquele lado e a bola atravessou a área, até chegar nos pés de Honda. Dentro da pequena área, fica fácil. Ele dominou e bateu de canhota, abrindo o placar para a seleção nipônica.
As equipes foram para o vestiário devendo aos fãs em Bloemfontein. Elas fizeram um primeiro tempo travado, chato até, com muitas faltas.
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Leões Indomáveis voltam pressionando
Perdendo o jogo, Camarões retornou para o segundo tempo com outra postura. Logo aos três minutos, Eto'o fez bela jogada pela direita e rolou para Choupo-Moting, que chutou por cima da meta nipônica.
A equipe africana continou em cima, apertando a saída de bola adversária. O problema era o que fazer com ela depois. Falta aos Leões Indomáveis um jogador que crie as jogadas. Eto'o, um finalizador nato, não é.
O Japão sentiu o ímpeto do adversário e recuou. A linha de quatro japoneses no meio-campo da primeira etapa virou uma de cinco, com a inclusão de Abe, e se aproximou dos defensores. O técnico Takeshi Okada optava pela retranca.
Na etapa final, a seleção africana tinha vontade, mas faltava organização e qualidade. Eto'o prosseguiu enjaulado no lado direito, pouco fez. As críticas a ele feitas por Roger Milla tem fundamento, mas deveriam levar em conta também o resto do time.
Aos 36, foi a vez da equipe japonesa ameaçar. Hasebe arriscou de longe, e Hamidou espalmou. No rebote, Okazaki acertou a trave. Pena que o lance já não valia mais, por conta da marcação de impedimento.
Os Leões Indomáveis mostraram suas garras aos 40 minutos, em chute de longe de Mbia. Talvez a melhor chance da equipe. Mas o empate não veio. A bola explodiu na trave de Kawashima.
Para quem esperava mais dos africanos, a atuação desta segunda não agradou. O Japão deixou o gramado contente com a vitória magra. A torcida na África do Sul, nem tanto...
Na próxima rodada, o Japão encara a Holanda, dia 19, sábado, em Durban. Já Camarões mede forças contra a Dinamarca, no mesmo dia, em Pretória.
FICHA TÉCNICA
JAPÃO 1 X 0 CAMARÕES
Local: Estádio Free State, em Bloemfontein
Data-Hora: 14/6/2010 - 11h (de Brasília)
Árbitro: Olegario Benquerença (POR)
Assistentes: Bertino Miranda (POR) e José Manuel Silva Cardinal (POR)
Público: 30.620 presentes
Cartões Amarelos: Abe (JAP); N'Koulou (CAM)
Cartões Vermelhos: Não houve.
Gols: Honda 38'/1ºT (1-0)
JAPÃO: Kawashima, Nagatomo, Nakazawa, Tanaka e Komano; Abe, Matsui (Okazaki 23'/2ºT), Honda, Hasebe (Inamoto 42'/2ºT) e Endo; Ukubo (Yano 36'/2ºT) - Técnico: Takeshi Okada.
CAMARÕES: Hamidou, Mbia, Bassong, N'Koulou e Assou-Ekotto; Makoun (Geremi 28'/2ºT), Enoh e Matip (Emana 17'/2ºT); Choupo-Moting (Idrissou 28'/2ºT) e Eto'o; Webo - Técnico: Paul Le Guen.
Fonte: Lancenet
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Com ajuda de gol contra, Holanda bate a Dinamarca e inicia bem a Copa
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A seleção da Holanda é conhecida pelo futebol ofensivo e pela habilidade de seus jogadores. Nesta segunda-feira, em seu primeiro jogo na Copa do Mundo 2010, uma das fortes candidatas ao título mostrou bom toque de bola, mas precisou de um lance de pura sorte para abrir a defesa dinamarquesa e o caminho para uma estreia vitoriosa no Mundial disputado na África do Sul. Ajudada por um gol contra de Simon Poulsen, a Laranja derrotou a Dinamarca por 2 a 0 no Soccer City, em Joanesburgo, no jogo de abertura do Grupo E da Copa.
As duas seleções voltam a campo na África do Sul no próximo sábado. A Holanda vai a Durban enfrentar o Japão, às 11h (de Brasília). A Dinamarca encara Camarões em Pretória (15h30).
Fonte: Globoesporte
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Equipe de TV da Nova Zelândia sofre furto em hotel em Rustemburgo
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Uma equipe de TV da Nova Zelândia foi furtada no hotel em que está hospedada em Rustemburgo na sexta-feira à noite. O repórter e o cinegrafista estavam jantando, quando os ladrões arrombaram a porta do quarto e levaram equipamentos avaliados em cerca de 767 mil randes (R$ 180 mil aproximadamente). Os profissionais de imprensa estão na África do Sul para cobrir a Copa do Mundo.
Assaltos a jornalistas tem sido comuns durante o Mundial. Na semana passada, profissionais de dois jornais portugueses e um veículo espanhol foram rendidos e roubados dentro do hotel que estavam em Joanesburgo. Um dia depois, quatro repórteres chineses também tiveram dinheiro e uma câmera levados por criminosos em uma estrada nas imediações de Joanesburgo.
Esse tipo de incidente também afetou afetou a seleção de Grécia. Três atletas não identificados tiveram furtados cerca de 15 mil randes (R$ 3,5 mil aproximadamente) no hotel onde o time estava hospedado em Durban. Após os incidentes, o governo da África do Sul reafirmou que a segurança é uma prioridade durante a Copa do Mundo e tentou tranquilizar os turistas que pretendem viajar para o país acompanhar a competição.
Fonte: Globoesporte
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Em cinco capítulos, saiba como foi o GP do Canadá, vencido por Hamilton
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Após dois dias frios em Montreal, o calor chegou com força no domingo. Com isso, o GP do Canadá ganhou uma nova variável: o enorme desgaste dos pneus, que tumultuou as estratégias das equipes. Mas nem isto foi obstáculo para Lewis Hamilton, que superou Fernando Alonso após um emocionante duelo, e venceu a segunda corrida seguida na temporada 2010. Jenson Button, companheiro de Hamilton, completou a dobradinha da McLaren com a segunda posição. O espanhol da Ferrari completou o GP em terceiro.
Os carros da RBR foram os que mais sofreram com os pneus e ficaram fora do pódio. Vettel foi o quarto, seguido por Webber, o quinto. Após um acidente na largada com o italiano Vitantonio Liuzzi, Felipe Massa caiu para último e fazia uma boa corrida de recuperação até disputar a nona posição com Michael Schumacher. O alemão da Mercedes espremeu o brasileiro da Ferrari na freada para a chicane que antecede a reta dos boxes. Com a asa dianteira danificada, ele foi forçado a fazer mais um pit stop para trocar o bico e terminou apenas na 15ª posição e acabou punido com o acrésimo de 20 segundos por exceder a velocidade máxima no pit lane após o incidente, mas não perdeu posições. Confira, nos vídeos abaixo, os capítulos mais marcantes da oitava etapa de 2010.
1) Hamilton mantém liderança, e Massa bate com Liuzzi na largada
Na largada, Hamilton manteve a ponta com facilidade, à frente de Vettel, Alonso e Button. Massa, que largou em sexto, acabou se envolvendo em um incidente na primeira curva. O brasileiro tentou superar Liuzzi e Button, mas acabou encaixotado e colidiu com o italiano da Force India. Os dois ficaram para trás, precisaram trocar o bico no fim da primeira volta e foram relegados às últimas posições.
2) Hamilton aproveita erro de Alonso
Sebastian Vettel fez seu pit stop na 14ª volta e cedeu a ponta para Sebastien Buemi. Mas o piloto da STR entrou nos boxes na passagem seguinte, e Hamilton lucrou com uma bobeira de Alonso para assumir a liderança. Após a ultrapassagem, o inglês continuou a ser pressionado pelo espanhol ate a segunda parada de ambos.
3) Webber é superado por Hamilton
Com os pit stops, Webber liderava, mas começou a ter problemas com os pneus duros. O australiano ainda precisava de mais um pit stop para colocar os macios, mas sua vantagem para os rivais começava a ser bastante reduzida. Hamilton e Alonso duelavam pela segunda posição em meio ao tráfego e mesmo assim conseguiam chegar perto do piloto australiano. Com os pneus completamente desgastados, ele finalmente foi ultrapassado por Hamilton na 50ª volta, no fim da reta dos boxes. Em seguida, Alonso pressionou o australiano, que decidiu entrar nos boxes e cedeu a segunda posição para o espanhol. O piloto da RBR voltou em quinto, atrás do companheiro Vettel.
4) Schumacher fecha Massa
Na 64ª volta, Massa chegou muito perto de Schumacher, que enfrentava problemas com os pneus e tentou a ultrapassagem, por fora, na freada que antecede a chicane da reta de chegada. Mas o alemão o espremeu e acabou danificando a asa dianteira do brasileiro, que teve de fazer um pit stop extra e caiu para a 15ª posição. O alemão ainda foi superado por Liuzzi e Sutil, da Force India, e terminou em 11º..
5) Hamilton recebe a bandeirada
Na frente, Hamilton apenas administrou a vantagem para o companheiro Button, que abriu boa distância para Alonso, o terceiro. Ele levou com tranquilidade seu carro até a linha de chegada pela segunda prova seguida, para alegria de sua namorada, a cantora Nicole Scherzinger.
Fonte: Globoesporte
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Hamilton encerra domínio da RBR nos treinos e faz a pole do GP do Canadá
Publicado sábado, 12 de junho de 2010
A pole position já parecia lugar cativo dos carros da RBR em 2010. Afinal, foram sete poles nas sete primeiras corridas do ano. Mas neste sábado o panorama finalmente mudou. No oitavo treino classificatório desta temporada, o domínio foi encerrado por uma volta sensacional de Lewis Hamilton já com o cronômetro zerado. O inglês da McLaren vai largar na pole position do GP do Canadá, após marcar o tempo de 1m15s105, 268 milésimos à frente de Mark Webber, o segundo colocado. Sebastian Vettel, companheiro do australiano na equipe austríaca, ficou na terceira posição do grid de largada.
E a comemoração pela primeira pole position do ano veio de um modo incomum. Após dar uma volta em ritmo lento acenando para as arquibancadas, Hamilton desligou o motor de sua McLaren na reta que antecede a entrada dos boxes e continuou apenas no "embalo", para economizar gasolina. Após seu carro parar, ele voltou ao pit lane na janela do Medical Car - o carro médico.
O espanhol Fernando Alonso, da Ferrari, marcou o quarto tempo no treino e vai largar pela quinta vez no ano à frente de Felipe Massa, seu companheiro. O brasileiro ficou três posições atrás, em sétimo, superado por Vitantonio Liuzzi, da Force India, o sexto. Jenson Button, atual campeão do mundo e colega de Hamilton na McLaren, conseguiu apenas a quinta posição.
Rubens Barrichello, da Williams, teve um bom desempenho com o carro da equipe inglesa e vai largar em 11º lugar na corrida deste domingo. O brasileiro superou o antigo rival Michael Schumacher nos minutos finais da segunda parte do treino (Q2) e deixou o heptacampeão da Mercedes apenas na 13ª posição. O alemão cometeu um erro em sua última volta.
Os estreantes brasileiros, mais uma vez, foram eliminados na primeira parte da sessão (Q1). Pela segunda corrida seguida, Bruno Senna, da Hispania, superou o compatriota Lucas di Grassi, da VRT, e vai largar na 22ª e antepenúltima posição. O outro piloto do país sai na última fila, em 23º, ao lado do indiano Karun Chandhok, que deu apenas três voltas no treino classificatório.
Inglês domina treino desde o início
A primeira parte do treino classificatório não teve surpresas. Desde o momento em que entrou na pista e completou sua primeira volta cronometrada, Hamilton manteve o bom desempenho que já tinha mostrado no último treino livre. O inglês acabou o Q1 com o melhor tempo deste trecho: 1m15s889, logo à frente de Sebastian Vettel, Fernando Alonso e Nico Rosberg. Massa foi apenas o 11º, uma posição atrás do heptacampeão Schumacher.
Já Rubens Barrichello, que chegou a correr risco de ser eliminado ainda no Q1, conseguiu se classificar com folga na 13ª posição com sua Williams. Além dos seis carros das novas equipes (Lotus, Hispania e VRT), o japonês Kamui Kobayashi, da Sauber, também não conseguiu avançar à segunda parte. Ele larga apenas na 18ª posição.
O domínio de Hamilton continuou no Q2, embora Vettel tenha começado a mostrar o potencial da RBR neste treino. O alemão ficou a apenas 28 milésimos do tempo do inglês. Alonso, mais uma vez, passou com folga em terceiro, mas Massa sofreu para conseguir a décima posição. O brasileiro correu muito risco de ser eliminado, mas contou com a sorte e com um erro de Schumacher em sua última volta.
Schumi, aliás, foi o mais ilustre eliminado do Q2. O heptacampeão não conseguiu melhorar seu tempo após uma escapada na chicane que antecede a reta dos boxes. Ele larga apenas em 13º, duas posições atrás de Barrichello, que levou sua Williams a um ótimo 11º lugar e dividirá a sexta fila com o companheiro Nico Hulkenberg.
Disposto a manter o bom desempenho, Hamilton começou a superpole com um excelente tempo e voltou logo para os boxes. Seu tempo foi superado apenas nos minutos finais pelos dois carros da RBR. Mas ele conseguiu abrir sua última volta antes do tempo expirar e não titubeou. Com uma volta excelente, o inglês conseguiu a pole position em Montreal.
Confira o grid de largada para o GP do Canadá:
1 - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) - 1m15s105
2 - Mark Webber (AUS/RBR-Renault) - 1m15s373
3 - Sebastian Vettel (ALE/RBR-Renault) - 1m15s420
4 - Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - 1m15s435
5 - Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) - 1m15s520
6 - Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India-Mercedes) - 1m15s648
7 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1m15s688
8 - Robert Kubica (POL/Renault) - 1m15s715
9 - Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes) - 1m15s881
10 - Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - 1m16s071
Eliminados na segunda parte do treino classificatório:
11 - Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth) - 1m16s434
12 - Nico Hulkenberg (ALE/Williams-Cosworth) - 1m16s438
13 - Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - 1m16s492
14 - Vitaly Petrov (RUS/Renault) - 1m16s844
15 - Sebastien Buemi (SUI/STR-Ferrari) - 1m16s928
16 - Jaime Alguersuari (ESP/STR-Ferrari) - 1m17s029
17 - Pedro de la Rosa (ESP/Sauber-Ferrari) - 1m17s384
Eliminados na primeira parte do treino classificatório:
18 - Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari) - 1m18s019
19 - Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Cosworth) - 1m18s237
20 - Jarno Trulli (ITA/Lotus-Cosworth) - 1m18s698
21 - Timo Glock (ALE/VRT-Cosworth) - 1m18s941
22 - Bruno Senna (BRA/Hispania-Cosworth) - 1m19s484
23 - Lucas di Grassi (BRA/VRT-Cosworth) - 1m19s675
24 - Karun Chandhok (IND/Hispania-Cosworth) - 1m27s757
Fonte: Globoesporte
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Destaque da partida, Messi diz que vitória foi "mais que 1 a 0"
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Na zona mista após a partida entre Argentina e Nigéria, os jogadores mais solicitados para entrevista foram Messi, Higuain e Verón. O craque do Barcelona repetiu o discurso de Maradona, falando da importância da vitória na estreia e lamentando as oportunidades perdidas. “A partida foi mais que 1 a 0”, disse.
“Sabia que, quando a Copa chegasse, seria completamente diferente. Terminaram as eliminatórias, os maus momentos que vivemos e agora estamos muito bem, treinando bem. Estava muito tranquilo. Entrei bem em campo e me diverti”, disse o atacante.
Messi elogiou Enyeama, goleiro da Nigéria e que foi escolhido o melhor em campo. “Fomos superiores e só faltou fazer algum gol a mais, mas o goleiro é um fenômeno. O importante foi criar as chances de gol, e isso conseguimos fazer. Tiramos a ansiedade do primeiro jogo. Queríamos começar bem e foi assim”, analisou.
No afã de entrevistar Messi, os jornalistas concentrados no apertado local chegaram a derrubar a divisória que os separava do jogador. Seguranças foram obrigados a intervir. Messi levou um susto, mas logo achou graça da situação.
Higuain lamentou a sua falta de sorte, mas também louvou a vitória na estreia da Copa. “O importante é ganhar”, disse o campeão de gols perdidos na partida. Já Verón assegurou que está totalmente recuperado dos problemas físicos que enfrentou recentemente e que não sentiu nada na partida.
Questionado por um jornalista que desejava fazer uma pergunta em inglês, o veterano meia, que atuou por muitos anos no futebol da Inglaterra, recusou-se a responder. O mesmo ocorreu com o ex-corintiano Mascherano, quando abordado por um jornalista brasileiro. Disse que não responderia a perguntas em português.
Fonte: Uol
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